Florianópolis, Capoeiras e Palhoça
Indicação proteção contra Febre Amarela e suas complicações
Idade 9 meses de idade, adolescentes e adultos ate 59 anos, acima dessa idade necessita prescrição medica
Via de aplicação
  • Subcutânea

Febre Amarela

Proteger Vacinas

Protege Contra a Febre Amarela e suas complicações.

Indicada como Rotina para crianças a partir de 9 meses de idade, adolescentes e adultos residentes em áreas de recomendação da vacina; pessoas que se destinem a essas áreas ou por exigência para viajantes internacionais.

Contraindicada:

  • Crianças menores de seis meses de idade;
  • Paciente com reação de hipersensibilidade grave a algum componente da vacina;
  • Paciente em uso de medicamentos biológicos em geral, anticitocinas, como: Infliximabe, Etanercepte, Golimumabe, Certolizumabe, Abatacept, Belimumabe, Ustequinumabe, Canaquinumabe, Tocilizumabe, Secuquinumabe, Natalizumabe, Vedolizumabe, medicamentos depletores de células B (como Rituximabe);
  • Pacientes em uso de medicamentos imunossupressores como: ciclofosfamida, ciclosporina, tracolimus, azatioprina, micofenolato, tofacitinibe;
  • Pessoas com história pregressa de doença do timo (miastenia gravis, timoma);

OBS: Mulheres amamentando bebês com menos de 6 meses de vida que residam em áreas de alto risco para febre amarela deverão, sob orientação do pediatra, interromper a amamentação por 10 dias para a vacinação. Gestantes, em situações epidemiológicas que justifiquem, podem ser vacinadas.

Esquema de doses Onde a vacinação é rotina, uma dose deve ser feita aos 9 meses.

Onde não é rotina, para aqueles que não receberam uma dose anteriormente, que vivem ou se dirigem para as áreas endêmicas, deve ser feita uma dose.

Não há consenso sobre a duração da proteção conferida pela vacina. De acordo com o risco epidemiológico, uma segunda dose pode ser considerada, em especial para aqueles vacinados antes dos 2 anos de vida pela maior possibilidade de falha vacinal primária.

Eventos Adversos Na maioria dos casos são reações locais, podendo também ocorrer dor de cabeça e mal-estar, em cerca de 2 a 4 % dos vacinados, com menor frequência em crianças. Reações graves (doença viscerotrópicia ou neurotrópica, anafilaxia) são raras: entre 2007 e 2012, no Brasil, aconteceram 0,2 caso de doença neurológica para 100 mil vacinados (principalmente quando se tratava de primeira dose em idosos) e 0,04 caso de doença viscerotrópica em 100 mil vacinados.

CIVP – Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia Para obter o CIVP, o indivíduo deverá ser vacinado no mínimo 10 dias antes de sua viagem para estar protegido contra a febre amarela. A OMS alterou sua recomendação em 2013: basta comprovar pelo CIVP uma dose aplicada na vida.

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